quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Luis Filipe "Beirolas" Vieira, o caloteiro

Figura - Famosa frase do presidente do Glorigozo.


A vida empresarial do cadastrado e penhorado presidente das gertrudes encornadas, também conhecidas acima do Mondego por mouros vermelhos de vergonha (com a devida vénia ao consócio Infinito Azul) ou Camarões Cozidos (data venia ao Dragãoporto66) é como uma daquelas velas de aniversário endiabradas (não tem nada a ver com certos adeptos) que por muito que se lhes sopre, a ver se apagam, estão sempre a reacender. Pensava eu que já tinha descrito que chegasse o brilharete que o Luis Kadhafi dos Pneus andou a fazer na Ediverca (sim, porque nesta ele não pode alegar que renunciou em 1998, uma vez que foi administrador dela até ao fim), quando me salta aos olhos que afinal os calotes da dita empresa começaram há oito anos e que são pelo menos dois os credores a quem o Ventoinha nunca pagou (ou seja, a quem tentou passar o calote). Senão, veja-se mais este complemento no N.º 69 do DR de 22 de Março de 2002 - III SÉRIE:

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Processo n.º 64/2002.
Falência (requerida).
Requerente: Preceram - Indústrias de Construção, S. A.
Requerida: Ediverca - Projectos e Construções, L.da
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Convém recordar que o pedido de insolvência que eu referi no artigo anterior, é da Schindler, (iniciado em 2008, sentenciado em 2009 e a ser resolvido em 2010) ou seja, não é o mesmo.

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Processo: 1193/08.4TYLSB - Insolvência (Requerida)
Requerente: Schindler-Ascensores e Escadas Rolantes Sa
Insolvente: Ediverca - Projectos & Construções, Lda
São administradores do devedor:
Mário Fernando Dinis
Luís Filipe Ferreira Vieira
Alberto José Vieira Martins (o tal que está morto e enterrado desde 2000, mas que estranhamente ainda aparece aqui em 2008)
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Pelo visto, o homem mais sério lá de baixo, "honesto pai de familia" (vale tejana), arauto da verdade desportiva do regime, não é um mero caloteiro, é um ENORME caloteiro, ou seja, um caloteiro "à bemnuncafica". É que nem sequer pode alegar que foi da crise, uma vez que em 2002 ainda não havia nenhuma e não satisfeito por já ter tentado dar um calote à Preceram na altura, ainda foi tentar dar outro à Schindler, seis anos mais tarde, ou seja, é um caloteiro reincidente.

Entretanto, paralelamente a todos estes calotes REAIS, o melhor gestor desportivo Português de todos os tempos, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, vai sendo sistematicamente difamado por tudo quanto são gertrudes encornadas como tendo levado TODAS as suas empresas à falência, facto que se pode comprovar por um certo comentário execrável à minha publicação anterior (que empresas são essas, não sei e duvido que alguém saiba, mas também não interessa... o que importa mesmo para certo tipo de tripulhas é poder continuar a difamar o líder do Futebol Clube do Porto, para ver se ninguém repara na mediocridade reinante no vale do tejo, pelo menos desde o terramoto de 1755).

Queria ainda salientar que, para mim, nem todos os adeptos de determinado clube são gertrudes encornadas, apenas os mais reles, execráveis, hipócritas e difamadores, tipo Ricardo Bosta, Tó Vais Con Ciumes (etc.) ou o verme_L_hito que resolveu vir para aqui rastejar a sua peçonha. No fundo, todos aqueles que nos chamam corruptos para não terem de fazer mea culpa e para não terem de se lembrar onde, por exemplo, já chegou o Mourinho apenas com o suor do seu trabalho (Special One/Il Speciale/El Especial esse que essas mesmas gertrudes encornadas acharam que não valia sequer um aumento de salário). Resumindo, apenas todos aqueles que não têm a mínima noção de mérito.

Outra questão ainda a esclarecer é a das insolvências, não são as falências que tornam alguém caloteiro. As falências REQUERIDAS POR CREDORES é que fazem as pessoas caloteiras, sobretudo quando se é reincidente e se anda por aí a fazer de conta que é o 74º homem mais rico de Portugal. Bem como as penhoras do Estado, por alguma coisa o fisco usa o termo lista negra.

Esta dualidade de critérios vigente na ditadura de informação em que somos obrigados a viver pela capital medíocre que temos, é insuportável. Somos roubados e ainda difamados como corruptos, há que dizer basta.

PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS DA NOVA EUROPA, PROPONHO REDUZIR AS VÁRIAS CIDADES DA ÁREA METROPOLITANA DO GRANDE PORTO, A APENAS UMA SÓ, DE SEU NOME PORTO!

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