Depois de andarem há mais de vinte anos a chamar-nos corruptos, de terem andado a fazer livros e filmes a difamar o nosso clube, de terem incendiado o autocarro da equipa de hoquei do FCP,
e terem tentado matar um dos seus jogadores, nomeadamente o Filipe Santos, capitão da equipa, tendo o desgraçado ficado em coma
depois do criminoso Luis Filipe Vieira ter andado na Casa do GLORIGOZO de Condeixa, a insultar todo um povo (incluindo os tripeiros do clube dele) e toda a antiga, mui nobre, sempre leal e invicta, cidade do Porto,
de terem feito uma espera ao Jorge Nuno Pinto da Costa, à porta do Altis e tentado agredí-lo fisicamente, tendo-lhe desejado inclusive a morte (criminosos esses que a Polícia deixou fugir, depois de os terem bem agarrados e que ninguém tentou identificar, ao contrário do adepto que atirou a pata de coelho ao Jorge Jesus, no Dragão)
terem atirado pedras ao autocarro do FCP e até ao automóvel do seu presidente
depois dum criminoso que se diz advogado ter vindo a público apelar às armas contra os adeptos do FCP e avisar que a vingança estava preparada (de que se vinga alguém que começa algo, não sei, só se for das nossas vitórias mundiais), perante a total passividade da Polícia e Ministério Público.

tais criminosos voltaram agora a cometer os mesmos crimes, impunemente.


Relatos de testemunhas falam de seis automóveis vandalizados e um autocarro com adeptos Portistas e Flavienses. Avançam ainda que a Polícia demorou 45 minutos a chegar ao local (e que o primeiro meio de propaganda sulista só apareceu passadas duas horas). Volta-se a constatar o enorme contraste na forma de actuar de certas entidades sediadas no vale do tejo, quando se trata de proteger adeptos e bens lá de baixo, já que até espingardas de balas-de-borracha foram prontamente usadas contra quem, cá em cima, tentou fazer o mesmo (nota: o que está errado não são os tiros de borracha a quem atira pedras, é a dualidade de critérios e a impunidade total de que gozam os adeptos reincidentes de um certo clube lá de baixo).
que depois, por obra da "pressão atmosférica", passou rapidamente a


PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS DA NOVA EUROPA, PROPONHO REDUZIR AS VÁRIAS CIDADES DA AREA METROPOLITANA DO GRANDE PORTO, A APENAS UMA SÓ, DE SEU NOME PORTO!
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